Um futuro mais verde

Um futuro mais verde 2016

RELANÇAR A INICIATIVA "A GREENER TOMORROW"

A nossa iniciativa mais recente

Continuando a impressionante resposta da iniciativa no primeiro ano (2013), a Emirates decidiu lançar novamente a iniciativa "Um futuro mais verde" em 2016.

Como parte da campanha de 2016, a Emirates selecionou três organizações sem fins lucrativos que trabalham na área de proteção de vida selvagem e conservação ambiental em África para receber o prémio de financiamento.

Os vencedores, Southern African Wildlife College Trust, Southern African Foundation for the Conservation of Coastal Birds, e African Parks, foram selecionados a partir de uma rede global de candidatos que trabalham nas áreas de sustentabilidade ambiental e conservação nas suas respetivas regiões.

Na Emirates queremos inspirar as pessoas a explorar a beleza do nosso mundo.

INSPIRAR

Sabemos que é importante cuidar do nosso planeta hoje, para que os viajantes de amanhã também o possam desfrutar.

PROTEGER

Temos uma responsabilidade em relação às comunidades nas quais operamos, e sabemos que podemos criar um impacto real.

RESPONSABILIDADE

É por isso que em 2013 lançámos a nossa iniciativa ambiental denominada "A Greener Tomorrow" (Um futuro mais verde). 2013

A GREENER TOMORROW (Um futuro mais verde)

A nossa missão é apoiar projetos ambientais e de conservação sustentáveis em todo o mundo.

MISSÃO, PROJETOS

Foi um sucesso tão grande que decidimos repeti-lo em 2016.

SUCESSO, 2013. 2016

Demos-lhe o nome "A Greener Tomorrow Two".

A GREENER TOMORROW TWO

Propusemos um desafio a diversas organizações na área de conservação e ambiente.

DESAFIO

Pedimos-lhes que enviassem uma proposta de projeto que pudesse ter um impacto real no seu ambiente local.

PROPOSTA

Teria de ser algo relacionado com os nossos valores, apoiando a comunidade local.

APOIAR A COMUNIDADE.

Em troca, receberiam um prémio de $150 000 para apoiar o seu projeto.

Os fundos foram recolhidos em diversos programas de reciclagem dentro do Emirates Group.[música a tocar]

Recebemos mais de 120 candidaturas de países em toda a nossa rede, muitos deles focando a proteção da vida selvagem. O nosso comité de diretores e membros sénior da nossa equipa ambiental selecionou três projetos impressionantes para partilharem o prémio, projetos alinhados com os objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU e que mostram soluções a longo prazo para problemas ambientais e de conservação. [música a tocar]

OBJETIVO, PROBLEMAS.

Acreditamos que a educação é fundamental para criar mudança e progresso.

EDUCAÇÃO

E é por isso que optámos por apoiar o Southern African Wildlife College Trust. [Africano a cantar]

SOUTHERN AFRICAN WILDLIFE COLLEGE TRUST

A biodiversidade em África tem de começar em nós próprios. Os africanos deviam ser os primeiros a defender a gestão da vida selvagem. Devem conhecer o outro lado.

ARMSTRONG CHINGA, ZÂMBIA

Para mim, poder vir aqui é algo que nem sequer imaginava. Mas agradeço a Deus porque as pessoas que nos ajudam e aqueles que patrocinaram os meus estudos aqui fizeram algo de muito bom, porque estão a educar uma nação inteira.

GRACE NAMUKONDE LENGWE, ZÂMBIA

Vou pegar neste conhecimento e vou usá-lo, no meu país.

Aprendemos tantas coisas, não apenas nos livros, mas praticando-as, no terreno. [música a tocar]

A oportunidade de estudar na Southern African Wildlife College é algo de muito valor. Todos os anos visitamos as pessoas no terreno, nos seus locais de trabalho, e vemos a diferença que isto faz na vida das pessoas.

MALCOLM DOUGLAS, SAWC, GESTÃO DA ÁREA DE VIDA SELVAGEM

Para nós, uma das grandes histórias de sucesso é o facto de cerca de 80% dos alunos que passam pela escola manterem o seu emprego em organizações de conservação e serem promovidos dentro de três anos após receberem a formação.

THERESA SOWRY, CEO SAWC

Aquilo que realmente queremos é criar uma boa rede de conservadores que tenham a Southern African Wildlife College como ponto em comum, e que possam começar a cooperar e trabalhar mesmo além fronteiras, especialmente em áreas de conservação transfronteiriças.

Todos os anos, o Southern African Wildlife College Trust atribui diversas bolsas de estudo por excelência académica, assim como bolsas aos alunos de gestão de vida selvagem. Se não fossem os nossos doadores, como a Emirates, a iniciativa "A Greener Tomorrow", este fundo não poderia continuar a crescer. Se continuar a crescer, mais e mais bolsas serão atribuídas a alunos na área de conservação.

Aprendemos diversas coisas de diferentes países. Estamos a aprender culturas diferentes com os nossos amigos. Trocamos muitas ideias, o que fazem no seu país, trazemos também para a Zâmbia. E eles também aprendem algo connosco e levam para os seus países.

Quando selecionamos pessoas das comunidades intervenientes adjacentes às zonas de vida selvagem, começamos a criar uma rede muito sustentável.

Os alunos não só aprendem sobre os locais de conservação e a ética, como também criam um impacto positivo na sua comunidades, na conservação da vida selvagem, no combate à caça furtiva, na economia da vida selvagem e compreendem o valor da vida selvagem, mantendo-a viva para eles e para o futuro das suas comunidades.

Quando vou para casa, sinto-me uma pessoa diferente. Serei capaz de envolver a comunidade nas atividades diárias da conservação. Quero trabalhar com a comunidade para que vejam que é necessário trabalharmos juntos como um grupo para conservarmos os nossos recursos naturais.

O meu sonho e objetivo para o futuro é voltar ao Zimbabué com as competências e conhecimentos adquiridos na faculdade, e ser um líder com resultados no terreno, para que as pessoas de todo o mundo vejam o que uma faculdade pode fazer.

RICHAR MAHLANGU, ZIMBABUÉ

Vou inspirar os meus colegas que estão lá, da mesma forma que fui inspirado por aqueles que cá estiveram antes de mim. [música a tocar]

Virámos a nossa atenção da terra para o mar e selecionámos a Southern African Foundation for the Conservation of Coastal Birds (Fundação Sul-African para a Conservação de Aves Costeiras). [música de piano]

SANCCON, SOUTHERN AFRICAN FOUNDATION FOR THE CONSERVATION OF COASTAL BIRDS

A SANCCOB é a Fundação Sul-Africana para a Conservação de Aves Costeiras. A fundação foi criada em 1968 por uma senhora chamada Althea Westphal.

A missão da SANCCOB é inverter o declínio do pinguim africano e conservar as aves marinhas para as nossas gerações futuras. O que fazemos aqui é resgatar, reabilitar e libertar estas aves de volta ao oceano, para que possam ter mais uma oportunidade.

NICK STANDER, ADMINISTRADOR DE REABILITAÇÃO

Especialmente o pinguim africano, que está em grave declínio. Existem menos de 25 000 pinguins africanos no seu habitat.

A SANCCOB observa cerca de 2 500 aves marinhas anualmente nos seus centros.

FRANÇOIS LOUW, ADMINISTRADOR DE ANGARIAÇÃO DE FUNDOS / MARKETING

Somos uma organização não-governamental. Temos cerca de 150 voluntários e estagiários todos os anos, de forma a trabalharem o máximo possível para salvar as aves marinhas da África Austral.

As atividades diárias dos voluntários começam às 8:00 com uma reunião matinal.

MARGUERITE DU PREEZ, COORDENADORA DE VOLUNTÁRIOS

Logo depois da reunião matinal, vamos para a área específica atribuída nesse dia. Se olharmos para um pinguim bebé, começamos com os medicamentos da manhã, damos-lhe líquidos e depois as aves vão nadar. Enquanto as aves nadam, fazemos as limpezas necessárias nos espaços fechados. Depois, alimentamos as aves pela primeira vez durante o dia.

Precisam de ser alimentados seis vezes por dia, portanto a cada três horas. Aquele pequeno pinguim na gaiola come cerca de nove peixes por dia, por isso é intenso.

ROMY KLUSENER, SUPERVISOR DA UNIDADE DE PINGUINS BEBÉS

Na época dos pinguins bebés usamos cerca de 800 quilogramas a uma tonelada de peixe por semana.

Obviamente, o trabalho que desenvolvemos precisa de assistência financeira e claro que o prémio "A Greener Tomorrow" da Emirates é uma grande vantagem. Podemos usar o dinheiro para ajudar os funcionários da colónia a prestar melhor assistência com kits de estabilização e formar os nossos funcionários para cuidarem da melhor forma possível das aves. Fazemos libertações uma vez por semana aqui. Todas as Quintas-feiras libertamos pinguins africanos.

Libertar estas aves é uma experiência magnífica. É o culminar de um trabalho árduo que aqui fazemos diariamente.

Penso que o torna isto tão especial é ver os pinguins pequenos a observar o céu azul pela primeira vez. Nunca viram este grande céu azul acima deles, porque estão sob redes à sombra. Não há nada que se compare, é muito especial.

Esforçamo-nos para tratar da ave e devolvê-la ao seu ambiente natural. Fico de coração cheio de alegria quando consigo devolver esta ave ao oceano. Quero que os meus filhos possam crescer juntamente com estas aves, por isso é extremamente importante que as conservemos, e que trabalhemos juntos para abordar as ameaças que o pinguim africano enfrenta. [música a tocar]

Outro projeto de educação que nos chamou a atenção pelo seu alcance. A African Parks é uma organização sem fins lucrativos que gere dez parques em sete países africanos. [música a tocar]

AFRICAN PARKS

Onde a vida selvagem sobrevive e prospera, há uma oportunidade para as pessoas também o fazerem.

A African Parks é única e temos responsabilidade direta na gestão a longo prazo dos parques nacionais.

PETER FEARNHEAD, CEO AFRICAN PARKS

Somos aqueles que estão no terreno. Envolvemos as comunidades locais, que são os nossos principais parceiros.

Para alcançar o desenvolvimento em termos de conservação, temos de trabalhar com a comunidade.

NYAMBE MWAMBWA, ADMINISTRADOR DE COMUNIDADES EM LIUWA PLAIN

Por isso torna-se na sua propriedade.

INDUNA MUNDANDWE, DIRETOR DO BAROTSE ROYAL ESTABLISHMENT

Trabalhamos com as comunidades locais para garantir a sustentabilidade da utilização dos seus recursos naturais. [música a tocar]

Liuwa é um parque nacional único no qual habitam 10 000 Liuwasi, os verdadeiros guardiões do parque. E estas pessoas são totalmente dependentes do sistema.

Para alcançarmos o nosso objetivo a longo prazo de garantir esta paisagem para as próximas gerações, temos de confiar na educação. [música a tocar]

ROBERT REID, ADMINISTRADOR DO PARQUE, LIUWA PLAIN

Temos de educar as crianças, porque daqui a 15 anos serão elas os adultos que tomam decisões, e é por isso que educamos as crianças nas escolas, no parque, através dos nossos programas educativos ambientais. [música a tocar]

A realidade é que a educação fora do parque é muito fraca, por isso oferecemos aos estudantes a oportunidade de vir à escola aqui em Kalabo, totalmente paga pela African Parks.

Não só pagam as minhas propinas, mas também são responsáveis pelas compras de mercearia. Não teria conseguido sem a sua ajuda. [música a tocar]

ALUNO DE ESCOLA SECUNDÁRIA, DISTRITO DE LIUWA PLAIN

Dispomos de diversas atividades que a African Parks disponibiliza à escola.

DOMINIC HALEKAE, PROFESSOR, DISTRITO DE LIUWA PLAIN

Pretendemos usar o financiamento da Emirates para investir na educação, diversificando as suas oportunidades de desenvolvimento.

ANDREW PARKER, DIRETOR DE OPERAÇÕES, AFRICAN PARKS

O ZEduPad é uma iniciativa exclusivamente da Zâmbia. É um computador tablet no qual está inserido todo o currículo da Zâmbia em nove idiomas e Inglês, e disponibilizados às crianças como apoio tecnológico em termos da sua educação, onde podem ter acesso a informações que, de outra forma, não estariam disponíveis.

Incentivam-nos a trabalhar arduamente para que nos tornemos melhores.

ALUNO DE ESCOLA SECUNDÁRIA, DISTRITO DE LIUWA PLAIN

A minha ambição é ser professor quando terminar os estudos.

ALUNO DE ESCOLA SECUNDÁRIA, DISTRITO DE LIUWA PLAIN

Vão conseguir alcançar os seus sonhos.

É um legado que esperamos deixar aos nossos filhos, salvar aquilo que não é apenas da Zâmbia, mas do mundo.

O futuro. Quando os nossos filhos, os nossos netos e bisnetos vierem aqui e observarem esta vida selvagem. [música a tocar]

Estamos entusiasmados por ver de que forma a iniciativa "A Greener Tomorrow Two" irá ajudar estas organizações no seu trabalho para uma biodiversidade sustentável, conservação e desenvolvimento da comunidade.

ENTUSIASMO, BIODIVERSIDADE, CONSERVAÇÃO, COMUNIDADE

Pode encontrar mais informações sobre todas as organizações e o seu impressionante trabalho nos seus websites.

Juntos, estamos a criar um futuro mais verde, a partir de hoje.

UM FUTURO MAIS VERDE, A PARTIR DE HOJE

GESTÃO E CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS

Southern African Wildlife College Trust

A Southern African Wildlife College foi criada em 1996 pelo World Wide Fund for Nature, África do Sul (WWF África do Sul), em colaboração com os departamentos nacionais e provinciais do governo, e a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC). Desde o início em 1996, a Faculdade formou cerca de 15.000 alunos de 46 países em gestão de recursos naturais e práticas de conservação. Através do financiamento da iniciativa da Emirates "Um futuro mais verde", a SAWCT - um fundo criado pela WWF SA para apoiar a faculdade - irá disponibilizar três bolsas de estudo e duas bolsas para os programas de certificado em conservação da natureza a alunos que tenham já trabalhado na área da conservação mas que não possuam habilitações literárias formais para avançar com as suas carreiras. Estas habilitações irão ajudar os alunos a passar para cargos como administradores de zonas de vida selvagem, guardas florestais e guardas florestais superiores na África Austral.

Para mais informações sobre o SAWCT visite: wildlifecollege.org.za(Abre um website externo num novo separador)

[Africano a cantar] 

[Sol cor-de-rosa eleva-se no céu através das árvores] 

A biodiversidade em África tem de começar em nós próprios. Os africanos deviam ser os primeiros a defender a gestão da vida selvagem. Devem conhecer o outro lado. Para mim, poder vir aqui é algo que nem sequer imaginava. Mas agradeço a Deus, porque as pessoas que nos ajudam e aqueles que patrocinaram os meus estudos aqui fizeram algo de muito bom, porque estão a educar uma nação inteira. Vou pegar neste conhecimento e vou usá-lo, de regresso ao meu país. Estamos a aprender tantas coisas, não apenas nos livros, mas praticando-as, no terreno.

[Música] [Edifício da Southern African Wildlife College] A oportunidade de estudar na Southern African Wildlife College é realmente valiosa. Todos os anos visitamos as pessoas no terreno, nos seus locais de trabalho, e vemos a diferença que isto faz na vida das pessoas. Para nós, uma das grandes histórias de sucesso é o facto de cerca de 80% dos alunos que passam pela escola manterem o seu emprego em organizações de conservação e serem promovidos dentro de três anos após receberem a formação. O que realmente queremos é criar uma boa rede de conservadores que tenham a Southern African Wildlife College como ponto em comum, e que possam começar a cooperar e trabalhar mesmo além fronteiras, especialmente em áreas de conservação transfronteiriças. Todos os anos, o Southern African Wildlife College Trust atribui diversas bolsas de estudo por excelência académica, assim como bolsas aos alunos de gestão de vida selvagem. Se não fossem os nossos doadores, como a Emirates, a iniciativa "A Greener Tomorrow", este fundo não poderia continuar a crescer. Se continuar a crescer, mais e mais bolsas serão atribuídas a alunos na área de conservação.

Aprendemos diversas coisas de diferentes países. Estamos a aprender culturas diferentes com os nossos amigos. Trocamos muitas ideias, o que fazem no seu país, trazemos também para a Zâmbia. E eles também aprendem algo connosco e levam para os seus países. Quando selecionamos pessoas das comunidades intervenientes adjacentes às zonas de vida selvagem, começamos a criar uma rede muito sustentável. Os alunos não só aprendem sobre os locais de conservação e a ética, como também criam um impacto positivo na sua comunidades, na conservação da vida selvagem, no combate à caça furtiva, na economia da vida selvagem e compreendem o valor da vida selvagem, mantendo-a viva para eles e para o futuro das suas comunidades.

Quando vou para casa, sinto-me uma pessoa diferente. Serei capaz de envolver a comunidade nas atividades diárias da conservação. Quero trabalhar com a comunidade para que vejam que é necessário trabalharmos juntos como um grupo para conservar os nossos recursos naturais. O meu sonho e objetivo para o futuro é voltar ao Zimbabué com as competências e conhecimentos adquiridos na faculdade, e ser um líder com resultados no terreno, para que as pessoas de todo o mundo vejam o que uma faculdade pode fazer. Vou inspirar os meus colegas que estão lá, da mesma forma que fui inspirado por aqueles que cá estiveram antes de mim. [Música]

PROTEGER, TRATAR E CONSERVAR

Southern African Foundation for the Conservation of Coastal Birds (Fundação Sul-africana para a Conservação de Aves Costeiras)

A SANNCOB é uma organização marinha sem fins lucrativos e a autoridade governamental para recuperação na África do Sul que protege, cuida e conserva as aves marinhas e as espécies ameaçadas tais como o pinguim africano. É internacionalmente reconhecida como a líder na área de recuperação de aves marinhas com equipas de veterinários que trabalham constantemente, 365 dias por ano, para providenciar os melhores cuidados aos pinguins africanos doentes, feridos, abandonados e cobertos de petróleo, e a outras aves marinhas vulneráveis que entram anualmente nos seus dois centros. O financiamento da iniciativa "Um Futuro Mais Verde" irá apoiar os programas de recuperação, proteção, investigação e criação da SANNCOB.

Para mais informações sobre a SANNCOB visite: sanccob.co.za/(Abre um site externo num novo separador)

[Música] [Um grupo de pinguins junta-se numa praia rochosa. 

Tratam da sua higiene enquanto o sol se põe por trás.] 

A Sanccob é a Southern African Foundation for the Conservation of Coastal Birds (Fundação Sul-Africana para a Conservação de Aves Costeiras). A fundação foi criada em 1968 por uma senhora chamada Althea Westphal. A missão da SANCCOB é inverter o declínio do pinguim africano e conservar as aves marinhas para as nossas gerações futuras. O que fazemos aqui é resgatar, reabilitar e libertar estas aves de volta ao oceano para que possam ter mais uma oportunidade. Especialmente o pinguim africano, que está em grave declínio. Existem menos de 25 000 pinguins africanos no seu habitat. A SANCCOB observa cerca de 2 500 aves marinhas anualmente nos seus centros. Somos uma organização não governamental. Temos cerca de 150 voluntários e estagiários todos os anos para trabalhar o máximo possível para salvar as aves marinhas da África Austral. As atividades diárias dos voluntários começam às oito da manhã com uma reunião matinal. 

Logo depois da reunião matinal, vamos para a área específica atribuída nesse dia. Se olharmos para um pinguim bebé, começamos com os medicamentos da manhã, damos-lhe líquidos e depois as aves vão nadar. Enquanto as aves nadam, fazemos as limpezas necessárias nos espaços fechados. Depois, alimentamos as aves pela primeira vez durante o dia. Precisam de ser alimentados seis vezes por dia, portanto a cada três horas. Aquele pequeno pinguim na gaiola come cerca de nove peixes por dia, por isso é intenso. Na época dos pinguins bebés usamos cerca de 800 quilogramas a uma tonelada de peixe por semana. Obviamente, o trabalho que desenvolvemos precisa de assistência financeira e claro que o prémio "A Greener Tomorrow" da Emirates é uma grande vantagem. Podemos usar o dinheiro para ajudar os funcionários da colónia a prestar melhor assistência com kits de estabilização e formar os nossos funcionários para cuidarem das aves, da melhor forma possível. Fazemos libertações uma vez por semana aqui. 

Todas as Quintas-feiras libertamos pinguins africanos. Libertar estas aves é uma experiência magnífica. É o culminar de um trabalho árduo que aqui fazemos diariamente. Penso que o que torna isto tão especial é ver os pinguins pequenos a observar o céu azul pela primeira vez. Nunca viram este grande céu azul acima deles, porque estão sob redes à sombra. Não há nada que se compare, é muito especial. Esforçamo-nos para tratar da ave e devolvê-la ao seu ambiente natural. O meu coração fica cheio de alegria quando consigo devolver esta ave ao oceano. 

Quero que os meus filhos possam crescer juntamente com estas aves, por isso é extremamente importante que as conservemos, e que trabalhemos juntos para abordar as ameaças que o pinguim africano enfrenta. [Música] [Diversos pinguins numa praia. Alguns correm em direção à água. Outros ficam em terra.]

SALVAR A VIDA SELVAGEM; RECUPERAR PAISAGENS

African Parks

A African Parks é uma organização sem fins lucrativos, criada no ano de 2000 para gerir diretamente e a longo prazo os parques nacionais e áreas protegidas, em parceria com os governos, de forma a salvar a vida selvagem, recuperar paisagens e garantir meios de subsistência sustentáveis para as comunidades locais. A African Parks irá usar o financiamento da iniciativa "Um futuro mais verde" para apoiar o desenvolvimento educativo na comunidade Barotse, que vive no Parque Nacional Liuwa Plain na Zâmbia. A African Parks irá disponibilizar computadores educativos e empregar assistentes de ensino adicionais nas escolas do parque. Estima-se que o acesso melhorado à educação diminua a pressão na vida selvagem e nos recursos naturais do parque.

Para mais informações sobre a African Parks visite: african-parks.org(Abre um website externo num novo separador)

[Música] [O sol brilha numa planície onde uma manada de búfalos corre] [O céu azul com nuvens brancas que se transformam] Onde a vida selvagem sobrevive e prospera, existe uma oportunidade para que as pessoas também o façam. [Três homens num rio com lanças de pesca] A African Parks é única e temos responsabilidade direta na gestão a longo prazo dos parques nacionais. [Uma faixa do rio com margens pantanosas] Somos as botas no terreno. Envolvemos as comunidades locais, que são os nossos principais parceiros. Para alcançar o desenvolvimento em termos de conservação, temos de trabalhar com a comunidade. Para se tornar na sua propriedade. Trabalhamos com as comunidades locais para garantir a sustentabilidade da utilização dos seus recursos naturais. [Música] [Elefantes na areia, homens de uniforme em motos nas ervas altas, bisontes no campo] Liuwa é um parque nacional único, no qual vivem 10 000 habitantes Liuwasi, os verdadeiros guardiões do parque. E estas pessoas são totalmente dependentes do sistema. Para alcançarmos o nosso objetivo a longo prazo de garantir esta paisagem para as próximas gerações, temos de confiar na educação.

[Crianças de uniforme levantam a mão na sala de aula] Temos de educar as crianças, porque dentro de 15 anos serão elas os adultos que tomam decisões, e é por isso que educamos as crianças nas escolas, no parque através dos nossos programas educativos ambientais. [Homem aponta para um quadro, crianças sentadas à frente] A realidade é que a educação fora do parque é muito fraca, por isso damos aos alunos a oportunidade de vir à escola aqui em Kalabo, totalmente paga pela African Parks. [Sala de aula com computadores] Não pagam apenas as minhas propinas, são também responsáveis pelas compras de mercearia. Eu não teria conseguido em a sua ajuda. [Numa pequena aldeia, as crianças correm para um espaço murado, um homem fala para um grupo de crianças sentadas] Temos diversas atividades que a African Parks disponibiliza à escola. [Pés pequenos balançam acima do solo]

Pretendemos usar o financiamento da Emirates para investir na educação, diversificando as suas oportunidades de desenvolvimento. O ZEduPad é uma iniciativa exclusivamente da Zâmbia. É um computador tablet no qual está inserido todo o currículo da Zâmbia em nove idiomas e Inglês, sendo então disponibilizado às crianças como apoio tecnológico em termos da sua educação, onde podem ter acesso a informações que, de outra forma, não estariam disponíveis. Incentivam-nos a trabalhar arduamente para que nos tornemos melhores. A minha ambição é ser professor quando terminar os estudos. Vão conseguir alcançar os seus sonhos. [Crianças a sorrir] É um legado que esperamos deixar aos nossos filhos para salvar aquilo que não é só da Zâmbia, mas sim de todo o mundo. [Grupo de habitantes] O futuro. Quando os nossos filhos, os nossos netos e bisnetos vierem aqui e observarem esta vida selvagem. [Música] [Búfalo a correr nas ervas altas enquanto o sol se põe por trás]

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